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Curiosidade sobre a Copa do Mundo: Catar registra 47 substituições por lesão; veja comparativo com outras edições.

Curiosidade sobre a Copa do Mundo: Catar registra 47 substituições por lesão; veja comparativo com outras edições.

Número representa 8% das 587 trocas no Mundial de 2022. Na Copa de 2014, realizada no Brasil, 13% das substituições foram por motivos médicos 

Por Guilherme Maniaudet e Valmir Storti — Rio de Janeiro / Fonte: ge.globo.com 

 

A Copa do Mundo de 2022, a primeira com o máximo de cinco substituições por jogo para cada equipe, registrou 47 trocas por motivos de lesão durante o torneio. Esse número representa 8% do total de 587 substituições no Mundial do Catar. 

 

Vale destacar que esse número de substituições poderia subir para seis em caso de troca por concussão ou se o jogo fosse para a prorrogação. Caso um time tivesse alguma substituição por concussão e o jogo fosse para a prorrogação, esse número poderia chegar a sete, como aconteceu com a França na final. O volante Rabiot foi substituído na prorrogação por Fofana devido a uma concussão, e o técnico Deschamps acabou utilizando as sete trocas possíveis. 

 

A equipe que mais precisou fazer substituições por lesão no Mundial foi o Marrocos, com sete, o que dá uma média de pelo menos uma troca por motivo médico por partida. Já a seleção que teve a maior média de substituições por lesão foi a Arábia Saudita, com cinco em três partidas, o que representa 1,6 por jogo. 

 

Assim como o Marrocos, a seleção brasileira teve média de uma troca por questões médicas por jogo. Foram cinco nas cinco partidas disputadas pelo Brasil no Mundial. 

 

Em comparação com outros Mundiais desde 2006, a situação da Copa do Catar não é tão ruim. O índice de 8% só não é mais baixo do que o da África do Sul, em 2010, que foi de 6,5%. No período, a Copa que teve o maior índice de substituições por lesão foi a de 2014, realizada no Brasil, com 13%, de acordo com números fornecidos pela Opta.